O surgimento das novas tecnologias coloca a sociedade em conexão com o fatos e conhecimentos em uma velocidade nunca dantes imaginada. Isso produziu mudanças enormes no comportamento das pessoas e forçou a escola a buscar novos modos de ensinar, de ler o mundo e de se posicionar diante.
Além de seu papel de promotora da igualdade de acesso, da necessidade de inserir o maior número de pessoas nessa nova realidade, a escola, de certa forma, perde o seu papel de detentora do saber e passa a ter uma nova função; selecionar, organizar, refletir sobre as informações e transformá-las em conhecimentos ou contrapô-las com os registros originais, haja vista que, nesta nova ordem, a questão de autoria é bastante discutível. Na internet, é possível consultar informações, mas também contribuir, postar vídeos, textos, entre outras ações por meio das redes de relacionamentos.
Nesse sentido, a computador, por meio de suas incontáveis possibilidades, é uma riquíssima ferramenta para a democratização dos saberes produzidos pela humanidade e possibilita o acesso às descobertas em tempo real. O que antes levava anos para se ter notícias, é acessado no momento do fato, é isso promove discussões, posicionamentos, produz novas teorias e pesquisas.
Entretanto, ainda há um número muito grande de pessoas excluídas e a grande tarefa deste século é a inclusão, com a ressalva de que cabe à escola humanizar esse acesso, transformar informações em conhecimentos, posicionar-se.
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