segunda-feira, 26 de setembro de 2011

MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA.wmv

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imagine uma menina com cabelos de brasil



Cursista: MATILDE NANTES COELHO

PROJETO - CONTE UMA HISTÓRIA

1. Identificação
Nome do cursista Matilde Nantes Coelho
Nome da Escola: Campanha Nacional de Escola da Comunidade. ESCOLA CENECISTA DE EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL “OLIVA ENCISO”


Série: Turma I e II Número de alunos: 25
Professores envolvidos: Matilde, Elisa e Isleide e familiares dos alunos das turmas I e II


2. Problemática a ser estudada / Definição do Tema

Despertar e cultivar o gosto pela leitura envolve ações tanto da escola como da família, que deve ter como foco desde os primeiros anos e a escola deve clareza da importância de um trabalho planejado, coeso e interdisciplinar. O primeiro contato com livros é através dos pais ou responsáveis, no ato de contar histórias para a criança. Nesse sentido, a família tem papel essencial para o despertar o da leitura. O incentivo da família é essencial, pois o hábito da leitura de livros pode ser iniciado desde berço com histórias contadas para dormir e deve ir até a fase adulta. A leitura em voz alta feita pelos pais cria na criança o desejo de ler por si mesma, tão irresistível quanto o desejo de começar a andar sozinha.
O contato com os livros faz com que a criança tenha maior envolvimento com a leitura por prazer, torne-se um leitor e cidadão mais crítico, tenha mais facilidades na leitura e escrita durante e depois do processo escolar.



3. Justificativa
O projeto pedagógico CONTE UMA HISTÓRIA, oferece a proposta de enriquecer o imaginário coletivo da infância, por meio de ouvir, ler e contar as histórias por professores e familiares, tornando assim uma leitura prazerosa e afetiva.
Segundo Malamut, “lidas ou contadas as histórias constituem-se em generosos processos educativo, pois ensinam recriando, dando a criança os estímulos e motivação apropriadas para satisfazer seus interesses, necessidades e sensibilidade.



4. Objetivo (s)
OBJETIVO GERAL

Proporcionar aos alunos uma forma lúdica de compreender o mundo da literatura, por meio do ouvir, ler e contar histórias.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Desenvolver o gosto de ouvir e contar história;
Conhecer os diferentes tipos de histórias;
Resgatar os clássicos da literatura infantil, bem como o hábito da contação de histórias por pais e familiares;
Desenvolver a linguagem oral, ampliando o vocabulário;
Estimular a criatividade e expressão corporal;
Incentivar o cuidado por meio do manuseio de livros, revistas, gibis e jornais.



5. Conteúdos
Contos de fadas






6. Disciplinas envolvidas
INTERDISCIPLINAR


7. Metodologia / Procedimentos / Cronograma
PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS
Conto e reconto de histórias, na escola por professores, alunos das salas mais avançadas, profissionais da escola, pais e irmãos;
Dramatizações como atividades de recepção;
Diferentes técnicas para apresentação da história: contadas, lidas, utilizando fantoches, histórias sem texto, clássicos, avental, DVD, dentre outros;
Filmes e animações;
Músicas e expressões corporais;
Desenhos livres;
Pintura com dedos;
Recorte e colagem;
Leitura de imagem;
Atividades contextualizadas integrando os conteúdos.


8. Recursos a serem utilizados (tecnológicos ou não)
• Giz de cera; giz colorido;
• Tinta guache;
• Massa de modelar;
• Papéis diversos; cola e tesoura;
• Livros, gibis e revistas;
• TV e DVDs;
• computador/internet
• máquina fotográfica
• aparelho de som


9. Registro do processo
O projeto desenvolver-se-á durante o segundo semestre.


10. Avaliação e Resultados esperados
Será continua no decorrer da prática do projeto e será observada a mudança na ação do aluno e por meio de depoimentos dos pais.


11. Divulgação / Socialização do Projeto realizado
Será divulgado no blog dicasliteráriasdamatilde.blogspot.com, com fotos e vídeos dos alunos contando histórias.


12. Referências Bibliográficas
Livros de infantis diversos
Revistas Nova Escola
Apostilas diversas
Sites


Programa de Formação Continuada em Tecnologia na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC – 100h

UNIDADE 3

Currículo, Projetos e Tecnologias.


Aluno (a): MATILDE NANTES COELHO
Tutor: Alisandra
Turma: 1
Campo Grande MS, 30/08/ 2011.


Atividade 3.5

Conceito de Currículo

Em sentido mais amplo, o currículo é um conjunto de conhecimentos construídos ao longo da história da humanidade, constituindo de saberes individuais e coletivos necessários à sobrevivência em sociedade.
A noção de currículo, geralmente, está associada à questão escolar, mas, não se pode deixar de considerar que sua construção passa pelas experiências vividas pelo indivíduo desde seu nascimento. Assim, não é algo estanque, nem acabado; está sempre em construção, a partir de vivências históricas, econômicas e culturais. Dessa forma a noção de que é algo fechado, delimitado, formal, e demais estigmas que o termo carrega, cai por terra, pois, sendo construção social, está sempre em movimento, como é a sociedade e a ciência.
De acordo com Victoria Maria Brant Ribeiro, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF), desde o aparecimento do termo currículo na linguagem pedagógica brasileira, existe nele latente a possibilidade de construção do conhecimento, apesar das diferentes concepções e interpretações que ele assumiu quanto ao seu emprego. Desde um conjunto de disciplinas que compõem um curso, passando por um conjunto de atividades que a escola planeja para o aluno, até um processo social responsável pela produção de conhecimento entre o sujeito individual e o sujeito coletivo — para citar os conceitos que mais marcaram a sua história — em todos eles sempre esteve contida a possibilidade de se construir o conhecimento.
Ao se pensar o currículo escolar há que se levar em conta não apenas o que será ensinado e o “como” deve ser ensinado, mas principalmente “por que” será ensinado, bem como por que se optou por tal conhecimento e não outros e quais interesses permearam tal escolha. Assim, quando faço opção pelo ensino da língua, partindo das construções de meu aluno para chegar à norma culta, por exemplo, estou fazendo uma opção que, de forma alguma é neutra, pois nessa escolha está subjacente minha ideologia, minha posição diante do mundo e meu modo de intervir na realidade da qual faço parte.

Currículo, Projetos e Tecnologias.


Programa de Formação Continuada em Tecnologia na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC – 100h

UNIDADE 3

Currículo, Projetos e Tecnologias.


Aluno (a): MATILDE NANTES COELHO
Tutor: Alisandra
Turma: 1
Campo Grande MS, 30/08/ 2011.


Atividade 3.5

Conceito de Currículo

Em sentido mais amplo, o currículo é um conjunto de conhecimentos construídos ao longo da história da humanidade, constituindo de saberes individuais e coletivos necessários à sobrevivência em sociedade.
A noção de currículo, geralmente, está associada à questão escolar, mas, não se pode deixar de considerar que sua construção passa pelas experiências vividas pelo indivíduo desde seu nascimento. Assim, não é algo estanque, nem acabado; está sempre em construção, a partir de vivências históricas, econômicas e culturais. Dessa forma a noção de que é algo fechado, delimitado, formal, e demais estigmas que o termo carrega, cai por terra, pois, sendo construção social, está sempre em movimento, como é a sociedade e a ciência.
De acordo com Victoria Maria Brant Ribeiro, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF), desde o aparecimento do termo currículo na linguagem pedagógica brasileira, existe nele latente a possibilidade de construção do conhecimento, apesar das diferentes concepções e interpretações que ele assumiu quanto ao seu emprego. Desde um conjunto de disciplinas que compõem um curso, passando por um conjunto de atividades que a escola planeja para o aluno, até um processo social responsável pela produção de conhecimento entre o sujeito individual e o sujeito coletivo — para citar os conceitos que mais marcaram a sua história — em todos eles sempre esteve contida a possibilidade de se construir o conhecimento.
Ao se pensar o currículo escolar há que se levar em conta não apenas o que será ensinado e o “como” deve ser ensinado, mas principalmente “por que” será ensinado, bem como por que se optou por tal conhecimento e não outros e quais interesses permearam tal escolha. Assim, quando faço opção pelo ensino da língua, partindo das construções de meu aluno para chegar à norma culta, por exemplo, estou fazendo uma opção que, de forma alguma é neutra, pois nessa escolha está subjacente minha ideologia, minha posição diante do mundo e meu modo de intervir na realidade da qual faço parte.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

DESPERTAR O LEITOR

Durante as aulas de leitura, na biblioteca foram realizadas mostras de livros, produções orais e escritas de resenhas, atividades de ilustração, mostra de vídeos, produção de cartazes, com vistas à motivação da leitura. Também foram publicadas, no blog www.dicasliteráriasdamatilde.blogspot.com e no site da escola,www.cnecms.com.br, listas de livros para leitura nas férias.
O objetivo é fazer com que o aluno perceba e sinta a necessidade de ter a leitura como um hábito prazeroso em sua vida e, não apenas, com tarefa escolar. As atividades visam a que o aluno seja motivado pelos(as) professores(as) e pelos colegas.
Assim, após as férias, publicaremos suas resenhas, ilustrações, listas de livros lidos e sugestões para os próximos meses.

domingo, 10 de julho de 2011

VIAJE NESTAS FÉRIAS!!!



Aventura, magia, encantamento... histórias!
Vamos nessa vibe! Entre nas ondas da palavra!

Nada será como antes...

É certo que vivemos um momento em que o professor tem de assumir novos papéis, em que sua autoridade como detentor das informações é questionável. O aluno passa a ter uma imensidão de informações, dados e novidades que, às vezes, o professor, com sua pesada carga de trabalho, não teve tempo de acessar. E aí, como fica, o que fazer?
Temos de entender que nem sempre informação é conhecimento e que quem vai intermediar, criar essa ponte entre o saber universalmente produzido e acumulado pela humanidade, tais informações, fazendo com que se perceba que os fatos e informações constituem desdobramentos de fatos históricos, ou decorrência deles.
Assim, o professor tem papel de suma importância, ao humanizar essas informações, proporcionando reflexões e promovendo situações de pesquisa, confronto entre informações da internet, por exemplo.

AS TECNOLOGIAS NA SOCIEDADE ATUAL

O surgimento das novas tecnologias coloca a sociedade em conexão com o fatos e conhecimentos em uma velocidade nunca dantes imaginada. Isso produziu mudanças enormes no comportamento das pessoas e forçou a escola a buscar novos modos de ensinar, de ler o mundo e de se posicionar diante.

Além de seu papel de promotora da igualdade de acesso, da necessidade de inserir o maior número de pessoas nessa nova realidade, a escola, de certa forma, perde o seu papel de detentora do saber e passa a ter uma nova função; selecionar, organizar, refletir sobre as informações e transformá-las em conhecimentos ou contrapô-las com os registros originais, haja vista que, nesta nova ordem, a questão de autoria é bastante discutível. Na internet, é possível consultar informações, mas também contribuir, postar vídeos, textos, entre outras ações por meio das redes de relacionamentos.

Nesse sentido, a computador, por meio de suas incontáveis possibilidades, é uma riquíssima ferramenta para a democratização dos saberes produzidos pela humanidade e possibilita o acesso às descobertas em tempo real. O que antes levava anos para se ter notícias, é acessado no momento do fato, é isso promove discussões, posicionamentos, produz novas teorias e pesquisas.

Entretanto, ainda há um número muito grande de pessoas excluídas e a grande tarefa deste século é a inclusão, com a ressalva de que cabe à escola humanizar esse acesso, transformar informações em conhecimentos, posicionar-se.

AS TECNOLOGIAS NA SOCIEDADE ATUAL

O surgimento das novas tecnologias coloca a sociedade em conexão com o fatos e conhecimentos em uma velocidade nunca dantes imaginada. Isso produziu mudanças enormes no comportamento das pessoas e forçou a escola a buscar novos modos de ensinar, de ler o mundo e de se posicionar diante.

Além de seu papel de promotora da igualdade de acesso, da necessidade de inserir o maior número de pessoas nessa nova realidade, a escola, de certa forma, perde o seu papel de detentora do saber e passa a ter uma nova função; selecionar, organizar, refletir sobre as informações e transformá-las em conhecimentos ou contrapô-las com os registros originais, haja vista que, nesta nova ordem, a questão de autoria é bastante discutível. Na internet, é possível consultar informações, mas também contribuir, postar vídeos, textos, entre outras ações por meio das redes de relacionamentos.

Nesse sentido, a computador, por meio de suas incontáveis possibilidades, é uma riquíssima ferramenta para a democratização dos saberes produzidos pela humanidade e possibilita o acesso às descobertas em tempo real. O que antes levava anos para se ter notícias, é acessado no momento do fato, é isso promove discussões, posicionamentos, produz novas teorias e pesquisas.

Entretanto, ainda há um número muito grande de pessoas excluídas e a grande tarefa desse século é a inclusão, com a ressalva de que cabe à escola humanizar esse acesso, transformar informações em conhecimentos, posicionar-se.

INFORMÁTICA E PROJETOS DE APRENDIZAGEM


As modernas tecnologias, principalmente, o computador com suas ferramentas em projetos de leitura e produção de textos, constituem ferramentas de suma importância na atualidade, haja vista a facilidade de acesso a uma grande diversidade de gêneros e autores, bem como o processo de reescritura dos textos.

Sabemos que escrever não é uma atividade tão prazerosa, principalmente a escrita na escola. Parece que a escrita de textos criativos está destinada a uns poucos, iluminados, detentores de um poder. Incompetência plantada ao longo dos anos escolares e pouco superada, até mesmo pelos professores. Quem de nós não treme diante de uma redação para concurso.

Acredito que o computador, internet, a tv digital, são importantíssimas ferramentas que possibilitarão a escola minimizar essa dificuldade. Muitas facilidades se assomam: acesso a muitos textos em diversas linguagens, possibilidade de autoria e divulgação, investimento na autoestima pela valorização e publicação e, principalmente, a facilidade de reescrita: reescrever texto antigamente era muito chato.

Atualmente, com o computador e o data show, o professor pode, numa aula, trabalhar vários textos de alunos, possibilitando ao grupo refletir sobre estrutura, tipologias, ortografia, problemas lingüísticos em geral. Embora a escrita em papel não deva ser deixada de lado, haja vista os concursos, o professor da modernidade não pode abrir mão desse poderoso recurso.

Novas rotas

Navegar tem sempre um pouco de improvável, de desvio. É da caminhada, mas há que se ter um mínimo de planejamento e método, pois há o risco de não se chegar a lugar algum, principalmente se for viajante de primeiras viagens. Entretanto é um tipo de viagem que pode render muitos bons frutos nessa nova empreita que se assoma para o educador.

Linka-se um tema e quanta informação, algumas bastante controversas, outras valiosíssimas, mas sempre, ao olho crítico de um leitor, pode acrescentar novidades e sugerir novos caminhos, pois um leva a outro, que leva a outro, e pode acontecer de não se chegar nunca. É o risco.

È nesse sentido que o professor deve estar sempre antenado, plugado na rede, permitindo-se conhecer novos possibilidades, intervindo e orientando as “viagens” dos alunos em busca do conhecimento.