Navegar tem sempre um pouco de improvável, de desvio. É da caminhada, mas há que se ter um mínimo de planejamento e método, pois há o risco de não se chegar a lugar algum, principalmente se for viajante de primeiras viagens. Entretanto é um tipo de viagem que pode render muitos bons frutos nessa nova empreita que se assoma para o educador.
Linka-se um tema e quanta informação, algumas bastante controversas, outras valiosíssimas, mas sempre, ao olho crítico de um leitor, pode acrescentar novidades e sugerir novos caminhos, pois um leva a outro, que leva a outro, e pode acontecer de não se chegar nunca. É o risco.
È nesse sentido que o professor deve estar sempre antenado, plugado na rede, permitindo-se conhecer novos possibilidades, intervindo e orientando as “viagens” dos alunos em busca do conhecimento.
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